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Blog do Zoo
03 de Maio de 2019
/ Animais
​Mãe, para que queres essa boca tão grande?
No mundo animal encontramos relações muito distintas entre as progenitoras e as suas crias. Essas diferenças estão principalmente relacionadas com a duração dos cuidados parentais: se em alguns casos, as crias não chegam a conhecer as suas progenitoras, há outras situações em que desenvolvem uma relação bastante duradoura.
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Dentro das diferentes classes de animais – como mamÃferos, aves, répteis e anfÃbios – podemos ainda observar uma certa linha de atuação comum. Enquanto que numa fase do desenvolvimento, mamÃferos e aves estabelecem relações duradouras entre crias e progenitoras, no caso dos répteis, não é comum observar esse tipo de cuidados, mas há exceções.
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A classe dos répteis divide-se em quatro grupos: serpente, tartarugas, lagartos e crocodilos. Dentro destes grupos, apenas nos crocodilianos podemos observar cuidados parentais. Um dos crocodilianos onde podemos observar esse comportamento é no Aligátor-do-mississipi. Este grande réptil, normalmente caracterizado pela força bruta e agilidade dentro de água, é também um cuidadoso progenitor. O ninho é escavado em profundidade e a postura dos ovos acontece em diferentes nÃveis pelo que os ovos não são incubados todos à mesma temperatura. Nesta espécie, o sexo das crias vai ser determinado pela temperatura de incubação – nascem principalmente fêmeas se a temperatura for mais baixa.
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Após o nascimento a fêmea cuida das suas crias durante 1 a 3 anos, um tempo record entre répteis. Quando sente as suas crias em perigo, muda-as de sÃtio,  transportando-as na boca. Apesar de uma grande boca com fortes mandÃbulas, usualmente associadas à predação, a mãe aligátor tem a capacidade de transformar essa voraz ferramenta de caça num doce regaço materno.
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É de ressalvar que os cuidados parentais aumentam o sucesso reprodutivo das espécies. Nos restantes répteis, como por exemplo as tartarugas, a falta de cuidados parentais levou a uma adaptação que passa pela colocação de muitos ovos para garantir a sobrevivência de algumas crias. Estima-se que por cada 100 ovos de tartaruga postos apenas vingue 1 cria.
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