Visita
Vale dos Tigres

O interior
O Vale dos Tigres é composto por três espaços distintos: as instalações do Tigre-da-sibéria, as do Tigre-de-sumatra e, no centro, o templo, um espaço coberto, destinado a informar e a sensibilizar os visitantes para estas espécies.


Mal subimos os degraus do Vale dos Tigres, reparamos em oito grandes tubos verticais em acrílico, preenchidos com bolas de esferovite. Cada um representa uma subespécie de tigre, e o seu nível de preenchimento indica-nos quantos animais dessa subespécie existem na Natureza.


É impossível não nos apercebermos de que três dos tubos estão vazios. Significa isto que três subespécies estão extintas: o Tigre-de-bali, o Tigre-do-cáspio e o Tigre-de-java. Quanto às duas espécies presentes no Jardim Zoológico, estima-se que, em estado natural, já só existam 480 Tigres-da-sibéria e 400 Tigres-de-sumatra, sendo a primeira considerada "em perigo" e a segunda "criticamente em perigo". 


Neste espaço, descobrimos também que já só há cerca de 6000 tigres na Natureza, todas as subespécies incluídas, e ficamos a conhecer as suas características, assim como as suas principais ameaças. 

O exterior

Tanto as instalações do Tigre-da-sibéria como as do Tigre-de-sumatra incluem uma zona exterior e aposentos interiores. Lá fora, os animais têm muito espaço para correr, várias árvores para trepar, vegetação diversa, um lago e uma estrutura de madeira, com pontes e plataformas elevadas, onde se podem refugiar. Em redor, não existem quaisquer grades. Apenas vidro e rede. 

Quem vive no Vale?

O Vale abriga duas famílias. De um lado, um casal de Tigres-da-sibéria, os maiores felinos existentes; do outro, pai, mãe e cria constituem um agregado de Tigres-de-sumatra, a subespécie de tigres mais pequena do mundo, conhecida pelas suas riscas compridas e finas. Vivem em instalações distintas porque não se cruzariam no seu habitat natural e porque, em favor da biodiversidade e da conservação das espécies, é importante que cada qual mantenha as suas características genéticas.


Tigres-da-sibéria
Tantan é o macho da Sibéria. Nasceu no Zoo em julho de 2006. Natália, a fêmea, nasceu em Inglaterra em maio de 2009 e chegou ao Zoo em 2012. Veio ao abrigo do programa de reprodução das espécies (EEP), para formar um casal com Tantan e procriarem. Ao chegar, demorou cerca de vinte dias até ir para o exterior. Hoje, mantém-se tímida, mas já se sente em casa e a reprodução tem corrido bem, já tiveram várias ninhadas. 

Tigres-da-sibéria Tigres-da-sibéria 

Tigres-de-sumatra
Deste lado, mãe e cria vivem juntas, mas afastadas do pai, com quem vão alternando entre o espaço exterior e interior. Assim tem de ser, para que Sigli, a fêmea, possa descansar e cuidar da cria. Sigli nasceu em 2002 e veio da Holanda em 2004. Pendekar, o pai, nasceu em 2005 e chegou de Inglaterra. Ambos se adaptaram bem e o casal já teve várias crias. Esta, com que Sigli partilha agora o recinto, fez um ano dia 8 de setembro e é também uma fêmea, por enquanto ainda sem nome. 

Tigres-de-sumatra

O Vale dos Tigres está situado na avenida principal do Jardim Zoológico logo após a passagem pelas bilheteiras.

Vem conhecer este espaço e os animais que aqui vivem!

 


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