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Venha conhecer a nova cria "a preto e branco"
26 de julho de 2017

Com pouco mais de duas semanas de vida e listras incontáveis, o membro mais recente do Zoo, uma cria de Zebra-de-grevy (Equus grevyi), faz as delícias de quem por ela passa. Trata-se de uma espécie ameaçada, classificada como "Em Perigo" pela União Internacional para a Conservação da Natureza - UICN. Nasceu dia 2 de julho, após uma gestação de cerca de 13 meses e cabe-lhe agora o papel de sensibilização para a conservação da sua espécie.


O Jardim Zoológico colabora com o programa de Conservação in situ da Zebra-de-grevy, na Etiópia e no Quénia. Este projeto foi em 2012 destacado com o International Conservation Award pela Associação Americana de Zoos e Aquários (AZA) e tem por objetivo sensibilizar para a conservação da espécie nos países referidos.

 

Venha conhecer a nova cria de zebra e tenha momentos verdadeiramente inesquecíveis no Jardim Zoológico.


Mais sobre a zebra-de-grevy 

  • Originária das savanas e estepes áridas e semiáridas, com aquíferos permanentes, e uma distribuição descontínua, no Quénia e na Etiópia.
  • Das três espécies de zebra existentes, esta é a que tem maiores dimensões.
  • Não existe dimorfismo sexual, o que dificulta a diferenciação de sexos numa fase inicial e/ou a “olho nú”.
  • A pelagem apresenta riscas negras sobre um fundo branco, com dimensões e padrões variáveis de espécie para espécie e de animal para animal, traduzindo-se numa forma de reconhecimento. As listras funcionam como um meio de camuflagem contra predadores, tanto ao anoitecer como durante o dia. As crias já nascem com as características listras pretas, embora sobre um fundo acastanhado.
  • A alimentação é constituída por herbáceas e folhagens.
  • Têm uma organização social muito bem definida, podendo observar-se grupos de machos solteiros, de fêmeas com as suas crias e de machos reprodutores solitários.
  • São excelentes corredoras e muito resistentes, conseguindo correr longas distâncias sem se cansarem nem abrandarem o passo.
  • O período de gestação é de 358 a 438 dias, após o qual nasce uma cria, que é amamentada até aos 6 – 8 meses de idade. Atingem a maturidade sexual com 3 anos de idade, não conseguindo os machos acasalar antes dos 6 anos.

Sofreu uma das maiores reduções populacionais dentro do grupo dos grandes mamíferos africanos – mais de 50% entre 1988 e 2008. Para além da diminuição do acesso à água, a degradação do seu habitat e a competição por alimento com o gado doméstico, a caça – para alimento e uso medicinal – e as doenças, como o antraz, continuam a ser verdadeiras ameaças à sobrevivência desta espécie.



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