Um dos problemas inerentes à conservação de animais em zonas de conflito é a constante ameaça a que as reservas estão sujeitas.
O Programa de Conservação in situ de okapis, dedica-se à conservação desta espécie, através da conservação do seu habitat, mas também das espécies que coabitam com este peculiar girafídeo. Esse trabalho, passa muitas vezes pela denuncia de atividades ilegais que se desenvolvem dentro e fora da zona de reserva.
Em 2012, como retaliação a uma dessas denuncias a reserva em Epulu foi atacada. Treze dos catorze ocapis que habitavam na reserva foram mortos, assim como alguns trabalhadores da reserva, entre eles, guardas florestais. Também os computadores e os registos sobre o Projeto de Conservação foram destruídos. Sabe-se que o ataque foi uma retaliação pela denuncia de caça ilegal.
Outro ataque foi levado a cabo mais tarde, em 2017.