África
Rinoceronte-negro (Diceros-bicornis)
Reintrodução de uma fêmea de Rinoceronte-negro em habitat natural, na África do Sul. Desde então, esta fêmea já contribuiu com pelo menos 5 novas crias, fundamentais para a sobrevivência da espécie classificada como Criticamente em Perigo.
Okapi (Okapia johnstoni)
Desde 2006, apoia o Programa de Conservação in situ de Okapis (Okapia johnstoni), na República Democrática do Congo. Pretende: formar e equipar os guardas da Okapi Wildlife Reserve, na floresta de Ituri, atuar na educação ambiental junto das populações locais e colaborar com o Centro de Formação e Investigação em Conservação Florestal em Epulu, Ituri.


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Programa de Conservaçao in situ do Gorila, nos Camarões
O Cameroon Wildlife Aid Fund (CWAF) tem como objetivo a proteção dos grandes primatas no seu habitat natural, e para tal criou o Mefou National Park, nos Camarões, gerido em conjunto com as autoridades governamentais locais. O Jardim Zoológico apoia este programa de conservação in situ, nos Camarões, desde 2006.


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Adax (Addax nasomaculatus)
O Ádax já esteve extinto na Natureza, no entanto, esta espécie tem vindo a ser recuperada e reintroduzida no habitat natural. O Jardim Zoológico participou com o envio de um casal num projeto em que foram reintroduzidos 70 animais de 16 Zoos diferentes, no Parque Nacional de Souss-Massa em Marrocos. E mais tarde, em 2005, enviou mais Ádaxes para reintrodução, desta feita na Tunísia, através do respetivo EEP.
Órix-de-cimitarra (Oryx dammah)
O Jardim Zoológico participa no EEP do Órix-de-cimitarra, e tem apoiado financeiramente a sua conservação in situ. Em 2007, estabeleceu-se uma nova manada desta espécie no Parque Natural de Dghoumes (na Tunísia), a partir da translocação de animais e da reintrodução, no final de 2007, de animais provenientes do EEP e SSP.

 
Zebra-de-grevy (Equus grevy)
Colabora com o programa de Conservação in situ da Zebra-de-grevy, na Etiópia e no Quénia. Este programa é coordenado pela Grevy’s Zebra Trust, para atender à necessidade urgente de conservar a espécie naqueles países. Este projeto recebeu em 2012, o International Conservation Award, da Associação Americana de Zoos e Aquários (AZA).


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Pinguim-do-cabo (Spheniscus demersus)
Através do Fundo de Conservação, o Jardim Zoológico participa em ações de emergência com contribuições financeiras essenciais, como exemplo, pode-se destacar o resgate de Pinguins-do-cabo de um derrame de petróleo perto da cidade do Cabo, na África do Sul. Na África do Sul, de onde é originário o Pinguim-do-cabo,  esta tem sido uma realidade frequente.


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Madagáscar
Nesta ilha africana vivem espécies que não se encontram em mais nenhuma parte do Mundo, como lémures e uma enorme variedade de camaleões e anfíbios. Restando apenas entre cinco e oito por cento da floresta tropical original, as espécies endémicas de Madagáscar estão ameaçadas. O Jardim Zoológico iniciou em 2007, em conjunto com o Zoo de Doué-la-Fontaine, em França e a Antongil Conservation, um importante programa de conservação numa das últimas florestas intactas de Madagáscar: a Floresta de Farankaraina. Este programa assegura, desde 2008, o controlo da fauna e flora da floresta, e atua também na educação ambiental da população local.


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